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sábado, abril 01, 2006
quinta-feira, março 30, 2006
quinta-feira, março 16, 2006
Homem do Mar (The sea man) - Almofala-CE

Minha jangada vai sair pro mar
Vou trabalhar, meu bem querer
Se Deus quiser quando eu voltar do mar
Um peixe bom eu vou trazer
Meus companheiros também vão voltar
E a Deus do céu vamos agradecer
Adeus, adeus
Pescador não se esqueça de mim
Vou rezar pra ter bom tempo, meu bem
Pra não ter tempo ruim
Vou fazer sua caminha macia
Perfumada de alecrim
(Suíte do pescador - Dorival Caymmi)
sábado, março 11, 2006
?

(...)Passa uma borboleta por diante de mim
E pela primeira vez no Universo eu reparo
Que as borboletas não têm cor nem movimento,
Assim como as flores não têm perfume nem cor.
A cor é que tem cor nas asas da borboleta,
No movimento da borboleta o movimento é que se move,
O perfume é que tem perfume no perfume da flor.
A borboleta é apenas borboleta
E a flor é apenas flor. (...)
(Alberto Caeiro - O guardador de rebanhos)
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
terça-feira, janeiro 31, 2006
sábado, janeiro 28, 2006
sexta-feira, janeiro 27, 2006
quarta-feira, janeiro 18, 2006
segunda-feira, janeiro 09, 2006
terça-feira, dezembro 20, 2005
Vida

...Ah meu Deus eu sei, eu sei
Que a vida devia ser bem melhor e será
Mas isso não impede que eu repita
É bonita, é bonita e é bonita
Viver, e não ter a vergonha de ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser um eterno aprendiz
Ah meu Deus eu sei, eu sei
Que a vida devia ser bem melhor e será
Mas isso não impede que eu repita
É bonita, é bonita e é bonita
E a vida
E a vida o que é diga lá, meu irmão...
(O que é, o que é, Gonzaguinha)

sexta-feira, dezembro 16, 2005
domingo, dezembro 11, 2005
O poeta e a rosa

Ao ver uma rosa branca
O poeta disse: Que linda!
Cantarei sua beleza
Como ninguém nunca ainda!
Qual não é sua surpresa
Ao ver, à sua oração
A rosa branca ir ficando
Rubra de indignação.
É que a rosa, além de branca
(Diga-se isso a bem da rosa...)
Era da espécie mais franca
E da seiva mais raivosa.
- Que foi? - balbucia o poeta
E a rosa: - Calhorda que és!
Pára de olhar para cima!
Mira o que tens a teus pés!
E o poeta vê uma criança
Suja, esquálida, andrajosa
Comendo um torrão da terra
Que dera existência à rosa.
- São milhões! - a rosa berra - Milhões a morrer de fome!
E tu, na tua vaidade Querendo usar do meu nome!...
E num acesso de ira
Arranca as pétalas, lança-as fora, como a dar comida
A todas essas crianças.
O poeta baixa a cabeça.
- É aqui que a rosa respira...
Geme o vento. Morre a rosa.
E um passarinho que ouvira
Quietinho toda a disputa
Tira do galho uma retaE ainda faz um cocozinho
Na cabeça do poeta.
Vinícius de Morais
domingo, dezembro 04, 2005
sábado, dezembro 03, 2005
A VAIDOSA TERRA (The beautiful land)
Pássaros amando, peixes felizes, como só eles sâo.
Ganhamos mais uma chance, acreditem, uma mais.
Márcio Filgueiras de Amorim
Woke up with children singing.
Loving birds, happy fish, as only them can be.
We won one more chance, believe, one more chance.
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